18 março 2019

Amanda Leandro —Matéria Literária

Olá amados! Tudo bem com vocês? Desejo que sim. Trazendo uma super matéria literária,  com a autora  Amanda Leandro.


A primeira parte da matéria,  estou contando sobre quem é a autora Amanda Leandro,  e segunda parte, é a própria autora contando quem ela é. 








Amanda Leandro tem 25 anos , é de Santa Catarina, estudante de História e Pedagogia.  Atualmente está  com o livro Deixe-me Ir... e alguns contos na plataforma Wattpad. Possui  também os contos Samanta Céu azul e Quando ela Voltar na Amazon. 



Escreve histórias com o gênero drama, no fundo ela se intitula m pouco dramática, bastante melancólica e amante de livros desse gênero, mais especificamente aqueles que a fazem refletir e chorar. Gosta muito de Nicholas Sparks, CoHo, Amy Harmon, esses autores sempre lhe provocam sentimentos conflitantes. 











Decidiu ser escritora logo depois de decidir que queria ser historiadora. O pontapé inicial foi um trabalho sobre os Fenícios e conversando com uma amiga, surgiu a ideia para um livro. Então a Amanda escritora nasceu em meio a aulas de história da faculdade.



Teve bastante dificuldade no começo, porque além de escrever drama,  trabalha temas como transtornos mentais e psicológicos, vida que se passam em corredores e quartos de hospitais e agora pretende trabalhar também violência contra a mulher.

Seu primeiro livro foi sobre uma moça com bipolaridade, não é um tema muito trabalhado, então ele acabou não sendo bem aceito e ela acabei desistindo daquela versão um ano depois. As pessoas têm dificuldade em ler esse tipo de tema. 


Essa parte é engraçada! 



“Contei para minha mãe um dia antes de postar meu primeiro capítulo, então no almoço do outro dia, ela chegou pro seu pai e disse: Nossa filha vai se casar! Meu pai me olhou muito sério, eu me engasguei, minha mãe riu e disse: É brincadeira, ela vai ser escritora agora! Minha família aceita bem, alguns não levam a sério, outros me apóiam sempre que conta alguma novidade.” -Amanda Leandro 



Preconceito... É complicado. Tem temas que eu quero muito trabalhar, mas não me sinto apta. É fácil falar do que nós vemos, sabemos e sentimos. Depois do meu desastre com o tema bipolaridade, passei dois anos estudando o assunto e ainda estou tomando coragem para recomeçar.


A verdade é que vejo as pessoas sendo muito sensíveis com certos assuntos que deveriam ser trabalhados com naturalidade e assim agindo com agressividade, quando o que realmente deveria ser tratado assim, fica esquecido. 

Minha primeira cena escrita foi uma de ação que reescrevi quatro vezes e ainda não senti que estava como eu queria, porque logo em seguida vinha uma outra cena também forte onde a personagem relembrava das suas cicatrizes. Essa cena foi bem difícil, porque ela esta em um manicômio com pessoas extremamente ruins. Então eu fiquei bem agitada, porque queria algo que passasse emoção. 


Quando escrevi DI não tive problema com desenvolver de cenas. Todas vinham naturalmente assim que eu colocava os fones de ouvido. Ano passado quando escrevi um livro mais leve, muitas vezes precisei controlar o meu instinto para cenas problemáticas e isso tornou as cenas mais difíceis de desenvolver.

Com o coração de Sky, meu atual livro tudo é muito emocional, porque a temática do livro é mais complicada. Mas, tem certas cenas que eu ainda me complico, como cenas de romance e de beijo.


Aprendi a me deixar levar. Escrever antes era  um ato de liberdade. Nesse momento me sinto presa a correntes invisíveis. O monstrinho da ansiedade não tem dado trégua. O que aprendi com o gênero de drama é que nem tudo precisa ser só desgraça.

Você pode fazer rir, chorar, se encantar, se apaixonar, sofrer, torcer e amar e ainda se enquadrar em drama. 


  
Eu acredito que a mudança precisa partir de nós. Sei que é difícil, luto todo dia comigo mesma.

Com certos pensamentos e certas atitudes que são reflexos daquilo que vemos todos os dias. A escrita e a leitura muda as pessoas e essas pessoas, mudam o mundo.
Eu tenho problema em trabalhar certos temas, mas minha amiga, ou colega não tem, então porque não apoiar? Não indicar? Tem lugar para todos e quem ajuda o próximo, sempre terá um lugar para estar. 



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